Modelagem de sistemas de energia

Planejamento da Operação de Sistemas

Planejamento Integrado de Recursos

Cronograma de Operação de Curto Prazo

Modelagem de recursos renováveis

Modelagem Avançada de Energias Renováveis

Potencial Hidrelétrico e Avaliações Ambientais

Ferramentas de suporte financeiro

Gestão de Portfólios de Energia

Ferramentas integradas e ambientes computacionais

Ambiente de Computação de Alto Desempenho

Explora temas metodológicos específicos, como o planejamento para resiliência nos níveis de geração, transmissão e distribuição; a realização de estudos abrangentes de net-zero, considerando o impacto das mudanças climáticas sobre diferentes tecnologias; e a coordenação entre TSO e DSO na operação e expansão dos sistemas elétricos.

Preparar-se para a transição energética exige estruturas de planejamento capazes de lidar com milhares de cenários de incerteza. O Nono Plano de Energia do Noroeste do Pacífico avalia mais de 13.000 futuros possíveis, apoiando decisões robustas de expansão que equilibram confiabilidade, acessibilidade e segurança do sistema no longo prazo diante de condições energéticas em evolução.
A flexibilidade da transmissão desempenha um papel decisivo ao viabilizar o compartilhamento eficiente de recursos e a integração de fontes renováveis. Um estudo de caso da modernização do elo HVDC da Nova Zelândia, utilizando OptGen e SDDP, demonstra como a ampliação da capacidade de interconexão reduz custos operacionais, melhora a confiabilidade e aprimora o desempenho em diferentes cenários futuros de transição energética.
A representação precisa da incerteza das fontes renováveis pode transformar decisões operativas. Evidências do Brasil mostram como a modelagem estocástica baseada em SDDP para energia eólica e solar evita suposições excessivamente otimistas, preserva o armazenamento nos reservatórios durante períodos secos e reduz a dependência de geração térmica mais cara.
A Colômbia está redefinindo a expansão da rede elétrica ao integrar Tecnologias de Aprimoramento de Rede (GETs) para contornar gargalos tradicionais. Por meio da implementação de dispositivos FACTS do tipo SSSC, o sistema agora pode redirecionar fluxos de energia em tempo real, adiando de forma eficaz a construção de novas linhas físicas, que são mais caras. Essa mudança estratégica já demonstrou uma redução de 10% nos custos totais, ao mesmo tempo em que aumenta significativamente a flexibilidade da rede para integrar fontes renováveis.

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